Nos dias da globalização anulam-se as culturas, os mitos e, as vozes. Dá-se voz ao dinheiro, aos corruptos e aos mentirosos. Vê-se na imagem, mesmo que alterada, a origem das coisas. Classificam-se emoções e desilusões. Fazem-se mapas e gráficos. Esquecem-se os deveres e os direitos. Esquece-se a Terra, as mulheres e os homens. Esquecem-se da infância. Anulam a velhice, o pai e a mãe. Produzem-se filhos. Compram-se animais de companhia, compram-se amizades. Ignoram-se sofrimentos, mortes. Compram-se materiais baratos que, custaram tanto sofrimento e, anda-se com esse sofrimento nos pés, nas mãos, por todo o corpo. E sente-se a energia negativa. Não se reflecte. Lêem-se apenas os títulos e os cabeçalhos. A tragédia é a alimentação da ignorância. É molho dos espertos. No entanto, a globalização tem tanto para oferecer, basta reflectir, olhar os outros como quem olha para si. Ver na diversidade uma vantagem para evoluirmos de forma saudável, sustentável e criativa. Sem fanatismos e ausência de emoção. Este video é um exemplo daquilo que tento dizer.
ResponderEliminarAlice adorei!!
Uma harmonia que nos encanta.
Beijinhos
Páscoa Feliz
Obrigada.
ResponderEliminarQue bela descoberta, que encanto. É uma boa ilustração do que diz no seu texto e que é bem verdade.
ResponderEliminarNunca é demais recordar o que diz. Concordo.
Uma descoberta que deveria de estar ao alcance de todos, o relativismo cultural é um caminho difícil de percorrer ... a igualdade dos direitos sociais idem.
ResponderEliminar“Don’t like”
ResponderEliminarDou-te um like yô
Mas não gosto de ti
Pela margem eu vou
Foi assim que nasci
Nesta margem estou
E sempre aqui vivi
Sociedade me empurrou
Por isso estou aqui
Sociedade don´t like
Por mim incompreendida
Não ouviu meu clamor
Vou roubar tua bike
E às vezes a tua vida
Nunca conheci o amor.
O problema se formou porque nunca conheceu o amor, concordo.
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