Havia fontes na montanha.
Mas estavam fechadas.
Ignoradas,
beijavam só as veias da montanha.
Ora um dia
não sei que vento passou
que me ensinou
aquelas fontes que havia.
Eu tinha mãos e mocidade;
só não sabia p´ra quê.
Fez-se nesse momento claridade.
Rasguei o ventre dos montes
e fiz correr as fontes
à vontade.
Sebastião da Gama
Alice Alfazema
É esta a surpresa?
ResponderEliminarNão, é o Selo :)
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