Ambiguidade


 


 


A convivência quotidiana, tanto o que é acessível a todo mundo, quanto aquilo de que todo mundo pode dizer; qualquer coisa vem igualmente ao encontro, então, já não mais se poderá distinguir; na compreensão autêntica, o que se abre do que não se abre. Essa ambiguidade não se estende apenas ao mundo ,mas, também, à convivência como tal e, até mesmo ao ser da pre-sença para consigo mesma.


 


 


in, Ser e Tempo, Martin Heidegger


 


 


Alice Alfazema

Comentários

  1. Eu bem digo que não saio deste blog...Alice, que surpresa!!! Heidegger! Inacreditável. Cursou Antropologia?
    Acabei de fazer a primeira parte do mestrado, que dá o pós graduação.
    Que inacreditável surpresa.
    Gena

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  2. Ah, claro, a Filosofia...porque Heidegger foi acima de tudo um filósofo.
    Sim, sim, e a sua influência foi noutros que também adoro, Hannah Arendt, Sartre, Nietszche, e o meu amado Gadamer...
    Um abraço!!

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