Tudo o que vem neste fim de tarde breve será treva e esquecimento. o que não sabes já não importa ir dormir, perder o alento. Queria esquecer o impossível arrancar de mim esta dor que queima e já por fora é visivel; nem vinho,nem droga,nem amor nada te trará de volta presente, perder é já não querer ver, sempre ausente, mesmo morto!
Se te dissesse que a vida brota, incessante como uma medida que se vai enchendo, por certo chegará a hora de a recolher e esvaziar.Como um moinho que não cessa de girar, coloca a mó dilacerando os corpos que nos alimentam.A água que não para de correr tem raios de uma roda que se perde na imensidão da noite.O engenho de nada serve se não servir um propósito maior.
Tudo o que vem neste fim de tarde
ResponderEliminarbreve será treva e esquecimento.
o que não sabes já não importa
ir dormir, perder o alento.
Queria esquecer o impossível
arrancar de mim esta dor
que queima e já por fora é visivel;
nem vinho,nem droga,nem amor
nada te trará de volta presente,
perder é já não querer ver,
sempre ausente, mesmo morto!
Vive do passado e alimenta-se do futuro.
ResponderEliminarSe te dissesse que a vida brota, incessante como uma medida que se vai enchendo, por certo chegará a hora de a recolher e esvaziar.Como um moinho que não cessa de girar, coloca a mó dilacerando os corpos que nos alimentam.A água que não para de correr tem raios de uma roda que se perde na imensidão da noite.O engenho de nada serve se não servir um propósito maior.
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