
- Quando considero a brevidade da existência dentro do pequeno parêntese do tempo e reflicto sobre tudo o que está além de mim e depois de mim, enxergo a minha pequenez. Quando considero que, um dia, tombarei no silêncio de um túmulo, tragado pela vastidão da existência, compreendo as minhas extensas limitações e, ao deparar-me com elas, deixo de ser deus e liberto-me para ser apenas um ser humano. Saio da condição de centro do universo para ser apenas um transeunte nas trajectórias que desconheço...
in, O vendedor de sonhos, Augusto Cury
ResponderEliminarSereno mas feliz.Obrigada,por este momento.
Boa semana de trabalho.
Obrigada e que esta semana seja tranquila.
ResponderEliminarUm abraço