Bicho da seda

Olhei para os bichos da seda, caixa cheia, comendo avidamente sem mais objectivos senão o único, o da sobrevivência da espécie.


Comem, comem, quase até rebentar, só folhas de amoreira, depois constroem o seu casulo e isolam-se para se transformar. Saem do casulo novos diferentes, renovados para começar outra tarefa, a de porem ovos, fazem-no até estourar, puf...terminou uma vida árdua, que vai aguardar mais de dez meses, dentro desses ovos minúsculos e frágeis, por uma nova oportunidade de vida.

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