
O que a sociedade nos ensina, é que temos de sofrer para merecermos, quer seja ser feliz, ter um amor, um trabalho, qualquer coisa por assim dizer. Vemos em filmes e afins que as coisas boas só aparecem depois do sofrimento, todas as que enumerei e mais as que houverem. Há em todas as religiões um grande espaço reservado ao sofrimento humano. O sofrimento é tão valorizado que poderá haver um sentido de culpa ou descrédito por nos sentirmos felizes.
E se o amor for mesmo feliz sem haver necessidade de sofrer para que isso aconteça? E se as pessoas nos acolherem bem, sem quererem mais nada em troca? E se a pressão for apenas uma ilusão criada pelo cérebro alimentado pela ilusão das cenas dos outros?
Há pessoas que têm medo de serem felizes. Será por a felicidade ser demasiado arrebatadora? Ou será pela opinião de terceiros desiludidos com as suas próprias vidas?
A janela da oportunidade da felicidade é demasiado pequenininha para deixar de espreitar por ela.
A felicidade está reservada aos audazes, aos que se predispõem a quebrar ciclos, situações que viveram ou que foram obrigados a isso. É ser capaz de aceitar a mão e de dá-la.
A felicidade e o amor não é o um carma, mas o darma.
Muitas perguntas, para uma resposta feliz.
ResponderEliminarBoa semana, Alice!
Um abraço.
O pior são aqueles que não sabem ser felizes apesar de nada terem para não o ser!
ResponderEliminarObrigada, José, uma boa semana também para si. Abraço
ResponderEliminarFoi isso que eu disse.
ResponderEliminarQue bom poder ler o que nos vai no pensamento. Concordo plenamente contigo.
ResponderEliminarDia feliz Alice.
Bjs
Obrigada, Olga, e om ter-te por aqui, Abraço 🤗
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