Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.
Ilustração Hüseyin Sönmezay
Por vezes o corpo chama-nos à razão sem darmos por isso.
Eu acho que ele chama sempre. Nós é que queremos ignorar.
Talvez também seja isso, às vezes só o ouvimos quando ele "grita".
Eu acho que ele chama sempre. Nós é que queremos ignorar.
ResponderEliminarTalvez também seja isso, às vezes só o ouvimos quando ele "grita".
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