Ao ar, ao chão

O ar está morno e a malta joga ao atira a garrafa cheia de água, quando algum não consegue agarra-la é um valente estrondo no chão. Se não rebenta atira-se ao outro. E continua a roda. Dois litros de água giram pelo ar. E vai e sobe, e vai e desce. Ao ar. Ao chão. Abaixo. Acima.


- Parem com isso!


- Então, Contina temos que usufruir ao máximo da garrafa, custou-nos 2€.


 


Alice Alfazema

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