Amores quase perfeitos

 



 


 


Amores de Verão, de infância, de utopia. Vão e vêm. Rótulos e padrões, odores de perfumes esquecidos, risos que já se foram, lágrimas que caíram, esforços em vão. Morrem a cada ano, talvez renasçam, às vezes sim, às vezes não. Há sementes por todo lado, que encontrem terreno... que voltem a florir... podem não ser os mesmos, mas os padrões surgirão e no percurso de um restolho, num alcançar sem medida, ambos encontrarão o seu sol e a sua cor.


 


 


 


 


 


 


 


 


 


Alice Alfazema


 

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