Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.
"Todos os dias tenho a sensação, quando me levanto, que é um dia novo para viver. E eu gosto da vida e de viver. Sempre pensei que tinha coisas a fazer. Às vezes demais. Nunca tive um dia em que dissesse: 'Que aborrecimento! Hoje não tenho nada para fazer.' Desde rapaz sempre tive coisas para fazer, interesses, curiosidades a satisfazer..."
Mário Soares ( aos 86 anos)
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